terça-feira, 4 de agosto de 2026

Proler Bibliotecas: iniciativa promove a leitura e a escrita no Brasil


Iniciado em abril de 2026, o Proler Bibliotecas realiza ações de formação em mediação, livro, leitura e bibliotecas em todo o Brasil. Com o objetivo fortalecer o papel desses espaços como territórios de formação, aprendizagem e participação social, a iniciativa promove a leitura e a escrita como direito e busca consolidar bibliotecas e demais instituições participantes como ambientes de mediação cultural e formação de comunidades leitoras.

Atuação

A iniciativa nacional é voltada à democratização da leitura em:

bibliotecas públicas e comunitárias;
unidades prisionais;

serviços especializados, escritórios sociais e outros serviços de atenção a pessoas egressas do sistema prisional.

Em maio ocorreu o processo de seleção de novos espaços. Entre os mais de 500 interessados, foram selecionados:

- 144 bibliotecas públicas;
- 176 bibliotecas comunitárias;
- 54 unidades prisionais;
- 26 Serviços Especializados de Atenção à Pessoa Egressa.

Estas instituições integram a trilha formativa completa e receberão, em seguida, o Selo Proler, passando a fazer parte de uma rede nacional colaborativa.

As experiências desenvolvidas também poderão ganhar visibilidade por meio do Repositório Proler, uma plataforma pública que reunirá boas práticas de todo o país.

O programa é uma Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli), em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES).

Serviço:
proler@cultura.gov.br
WhatsApp: (61) 99594-7156

SINPROESEMMA fortalece relação com aposentadas e aposentados e debate políticas públicas com valorização 60+ durante 12° Encontro Estadual em São Luís

Presidente Fábio Orlan junto com trabalhadoras e trabalhadores no 12° Encontro Estadual de Aposentadas e Aposentados do SINPROESEMMA

O Sinproesemma realizou, na sexta-feira, 31 de julho, o 12º Encontro Estadual dos Aposentados(as), reunindo educadores aposentados de diversas regionais do Maranhão para debater políticas públicas e a valorização da categoria.

Com o tema “A Importância de Políticas Públicas e a Valorização dos Aposentados 60+”, o evento aconteceu no Hotel Santos Dumont, em São Luís.

A abertura foi conduzida pela secretária de Aposentados do Sinproesemma, Edna Castro, ao lado das secretárias adjuntas Edenilde Carneiro e Socorro Silva, do presidente em exercício do Sinproesemma, Fábio Orlan, e do secretário de Aposentados e Assuntos Previdenciários da CNTE, Sérgio Kumpfer.

Na primeira mesa, com o tema “Aposentadoria: uma conquista do século XX e os desafios atuais”, Sérgio Kumpfer refletiu sobre a importância da aposentadoria como uma conquista histórica da classe trabalhadora, fazendo uma linha do tempo. Além disso, destacou os marcos importantes e o que está em disputa no Congresso Nacional e no STF.

Em seguida, a neuropsicóloga, Luana Moscoso conduziu a segunda mesa com o tema: “A importância de políticas públicas e a valorização dos aposentados 60+”. Ela abordou sobre os impactos do envelhecimento, a qualidade de vida e o bem-estar da população idosa.

Durante o encontro, a secretária de Aposentados, Edna Castro, falou sobre o fortalecimento da participação dos aposentados nas atividades do Sinproesemma.

Já o presidente em exercício, Fábio Orlan, reafirmou o compromisso da direção do Sinproesemma em valorizar os educadores aposentados e reconhecer a sua contribuição para a sociedade.

De acordo com ele, “valorizar os aposentados é reconhecer a história de quem dedicou a vida à educação pública e reafirmar o compromisso do Sinproesemma com aqueles que ajudaram a construir a nossa categoria.”


O encerramento do evento contou com a apresentação cultural da cantora Theresa Canto, seguida de sorteio de brindes entre os participantes, encerrando o encontro em um clima de integração e celebração.

Realizado anualmente, o 12º Encontro Estadual dos Aposentados reafirmou o compromisso do Sinproesemma com a valorização dos aposentados da educação e com o fortalecimento de políticas públicas voltadas ao envelhecimento com dignidade.


Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA

sábado, 1 de agosto de 2026

Plano Nacional do Livro e Leitura: quais são as metas e diretrizes para o livro e leitura nos próximos 10 anos?


O Plano Nacional do Livro e Leitura é um instrumento que define os princípios, diretrizes, eixos, objetivos e metas para as políticas culturais de livro, leitura, literatura, escrita e bibliotecas no Brasil.

Foi instituído no dia 23 de abril de 2026, por meio da portaria interministerial entre o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Cultura (MinC). O documento foi construído com participação social por meio de Consulta Pública e pelos integrantes do Conselho Deliberativo do PNLL.

E pode ser acessado aqui.

Atuação

Há cinco frentes de atuação nas quais o plano deve incidir:

ampliar o acesso à leitura como direito;

fortalecer bibliotecas e formar mediadores;

Contribuir para o desenvolvimento social, educacional e cultural do país;

Consolidar a leitura como prática essencial à cidadania.

Eixos

O PNLL estabelece diretrizes, objetivos e metas para o desenvolvimento da leitura no país, estruturando-se em quatro eixos:

democratização do acesso;

fomento à leitura e à formação de mediadores;

valorização institucional da leitura e de seu valor simbólico;

fomento à cadeia criativa e produtiva do livro.

Para saber mais sobre o novo PNLL, clique aqui.

Especialistas defendem rede regional contra ataques à docência


A Internacional da Educação para a América Latina (IEAL) realizou, na sexta-feira (31), o segundo e último dia do seminário “Assédio jurídico contra trabalhadores/as e sindicatos da educação: defender a liberdade sindical e a profissão docente em tempos de lawfare”.

A programação ampliou o debate sobre os ataques à liberdade de cátedra, além de criar o espaço de desenvolvimento de ferramentas para a defesa dos/as educadores/as e das entidades sindicais

Perseguição aos educadores

O primeiro painel teve como tema “A criminalização da profissão docente: uma agenda ideológica contra o direito à educação pública”. O professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e representante do Observatório Nacional da Violência contra Educadores/as (ONVE/UFF), Salomão Ximenes, iniciou o debate.

Salomão abordou a perseguição e censura enfrentadas por educadores/as no Brasil, impulsionadas por um sistema político e jurídico conservador, que mobiliza desde a base de cada escola até as instituições sindicais.

“Estamos falando de organizações conservadoras, organizações religiosas vinculadas a este campo conservador, mas estamos falando também de uma militância individual missionária presente em cada unidade escolar, que se coloca entre os principais violadores dos direitos dos educadores e das educadoras, e está nas gestões escolares”, disse Salomão.

“Precisamos propor e construir uma política de proteção a educadores no Brasil, partindo do reconhecimento de que hoje é praticamente impossível se implementar qualquer projeto ou perspectiva de política educacional orientada a enfrentar desigualdades e discriminações, que não coloque o educador e a educadora que implementa essa política em risco.”

Para o professor, qualquer política de educação precisa ser acompanhada de uma política de proteção aos trabalhadores: “Deve haver respaldo aos educadores e educadoras que vão implementar essa política na ponta, porque haverá perseguição, haverá denúncia, haverá ameaça.

O palestrante explicou que o uso dos aparatos jurídicos adotado por organizações anti- educacionais vão além da criação de leis conservadoras, porque servem de tática de mobilização política.

“No final das contas, eles querem aprovar a lei afirmando desigualdade. Se puderem, eles vão aprovar. Agora, não é menos importante a tática, o uso do direito e da linguagem do direito como mecanismo de mobilização e de agregação política. Esse projeto de lei vai ser derrubado pelo Supremo, eles continuam apresentando porque o objetivo é cohesionar, mobilizar e criar uma agenda política de engajamento deste ecossistema”.

“Na nossa estratégia jurídica, é muito importante pensar na vitória judicial, mas também em como bloquear esse movimento desde a sua articulação na base”, finalizou Salomão.

O professor expôs os dados da pesquisa “Um estudo quantitativo da perseguição a educadoras/es no Brasil”, que busca registrar os processos de perseguição à docência. Para acessar o material, clique aqui.

Acesse neste link a apresentação de Salomão Ximenes

Liberdade acadêmica

A diretora da Coalizão pela Liberdade Acadêmica nas Américas (CAFA), Camila Crosso, liderou a mesa “Construção de um Ecossistema Regional para o Acolhimento de Acadêmicas e Acadêmicos em Risco na América Latina”.

Camila explicou o histórico das lutas pela proteção aos profissionais da educação e da liberdade acadêmica e reforçou que o registro funciona como ferramenta para defender a categoria.

“Historicizar esses ataques, que são sistematizados, e ter essa memória parece para mim um dever fundamental diante do que estamos vivendo. Isso nos dá abertura para ter consciência que não são problemas individuais, é de natureza institucional. E a partir disso ter um ponto de partida para desenvolver estratégias de acolhimento”, apontou Camila.

Esse acolhimento, sugere Camila, deve ser regional e integrado entre todos os países da América do Sul: “A gente precisa pensar a partir de um intercâmbio, uma lógica de cooperação que reconheça a América Latina como um centro de transformação”.

União de educadores/as latinos/as

À tarde, representantes sindicais dos 12 países da América Latina presentes compartilharam experiências com o assédio jurídico.

As táticas antieducação são comuns em todas as regiões: sucateamento da educação pública, ameaças à laicidade do ensino, processos legais contra os sindicatos da categoria, censura do conteúdo de antidiscriminação em sala de aula.

Os sindicatos seguem na defesa dos direitos dos trabalhadores da educação em toda a América Latina. Juntas, as entidades vão lutar pela educação pública democrática, emancipadora e de qualidade.

Sobre o seminário

O encontro internacional “Assédio jurídico contra trabalhadores/as e sindicatos da educação: defender a liberdade sindical e a profissão docente em tempos de lawfare”, realizado em Brasília de 30 a 31 de julho, é promovido pela Internacional da Educação para a América Latina (IEAL).

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) participa da formação, que reúne dirigentes sindicais, assessorias jurídicas, especialistas em direitos humanos, representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pesquisadores de diversos países da região.

“Lawfare” pode ser traduzido como “guerra jurídica” e se refere às estratégias adotadas para manipular a legislação a fim de torná-la arma política contra adversários. O objetivo do seminário é ampliar conhecimentos sobre essa estratégia e desenvolver métodos conjuntos de proteção.

O encontro ocorre em um momento em que sindicatos da educação enfrentam crescentes restrições à liberdade sindical, judicialização de greves, campanhas de deslegitimação pública e tentativas de enfraquecimento da organização coletiva em diversos países latino-americanos.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Debate na SBPC discute estratégias para ampliar o alcance da comunicação científica


Durante a programação da ExpoT&C da 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC) da quarta-feira (29), o Auditório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) recebeu uma palestra que dialoga diretamente com a proposta do evento: divulgação científica. Na ocasião, o coordenador de Comunicação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Daniel Medeiros, conduziu uma conversa sobre os desafios da comunicação científica no ambiente digital.

O tema gerou reflexões e compartilhamento de experiências entre o palestrante e a plateia sobre estratégias para tornar conteúdos científicos mais acessíveis e relevantes para diferentes públicos.

Foram discutidos aspectos como a definição do público-alvo, a construção de narrativas capazes de contextualizar informações técnicas e a importância de aproximar a pesquisa do cotidiano das pessoas. Os presentes falaram sobre storytelling, técnica que organiza a comunicação a partir de elementos como mensagem, conflito, personagens e enredo para facilitar a compreensão dos temas científicos.

Foram apresentados exemplos práticos e detalhamento de materiais de sucesso, com boa acessibilidade, além de técnicas que podem ser inseridas em narrativas que dialogam com situações vivenciadas pelo público, para despertar interesse e facilitar a compreensão dos conteúdos.

O palestrante destacou que a comunicação científica também exige a identificação de histórias presentes no desenvolvimento das pesquisas e de seus impactos para a sociedade. Segundo Medeiros, esse processo envolve aprendizado contínuo, testes de formatos e adaptação da linguagem para diferentes plataformas.

A exposição deste ano é promovida pela SBPC em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e ocorre dentro da universidade, com atividades concentradas no campus Gragoatá. O evento se iniciou na segunda-feira (27) e segue até sábado (1º), sempre das 9h às 18h. O acesso à inscrição, à programação completa, palestras e notícias está disponível no aplicativo oficial do evento, ou no site.

Saiba como a urna eletrônica garante a soberania do voto


Faltando pouco mais de dois meses para as Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça que as urnas eletrônicas, utilizadas há 30 anos no país, são submetidas a cerca de 40 etapas de fiscalização e auditoria que envolvem órgãos públicos, partidos políticos, universidades e representantes da sociedade civil.

Segundo o secretário de Tecnologia da Informação da Corte, Júlio Valente, o sistema brasileiro está entre os mais auditáveis do mundo e não registra casos comprovados de fraude.

"Acima de qualquer argumento técnico, nenhum se sobrepõe ao fato de que não temos, desde 1996, nenhum caso comprovado de fraude nas urnas eletrônicas."

Uma das principais etapas de fiscalização é o Teste Público de Segurança (TPS), realizado sempre em anos sem eleições. O procedimento permite que qualquer brasileiro com mais de 18 anos apresente propostas de ataques aos sistemas eleitorais para tentar identificar vulnerabilidades.

Segundo Valente, não é necessário ser especialista em tecnologia para participar. Embora profissionais da área e pesquisadores sejam maioria entre os participantes, qualquer cidadão pode submeter planos de teste.

"O teste público democratiza a possibilidade de validar a segurança do processo eleitoral", afirmou.

Caso alguma fragilidade seja identificada, a equipe técnica do TSE implementa as correções. Depois disso, os próprios investigadores são convidados a retornar ao tribunal para verificar se os problemas apontados foram solucionados antes do ano eleitoral.

Desde sua criação, o TPS já foi realizado oito vezes e recebeu contribuições que resultaram em melhorias nos sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral.

Para o secretário, o processo faz com que a segurança das eleições deixe de ser uma responsabilidade exclusiva do tribunal e passe a contar também com a colaboração da sociedade.
Universidades e órgãos públicos

Ao longo dos anos, os testes contaram com a participação de pesquisadores de universidades, especialistas em tecnologia e representantes de instituições públicas.

Entre os participantes das últimas edições, Valente citou equipes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, de universidades do Rio Grande do Sul e da Polícia Federal.
Código-fonte

Outra etapa do processo de fiscalização é a abertura do código-fonte dos sistemas eleitorais às entidades habilitadas. Segundo o secretário, todos os programas utilizados nas eleições ficam disponíveis para análise um ano antes do pleito.

O código-fonte corresponde às instruções que determinam o funcionamento dos programas de computador. De acordo com Valente, todas as linhas de programação podem ser examinadas pelas instituições fiscalizadoras.


"Não existe absolutamente nenhuma linha do código-fonte que seja escondida, secreta ou que não seja compartilhada com essas instituições."

Inúmeras entidades acompanham essa etapa, incluindo, entre outras, o Congresso Nacional, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Contas da União (TCU), a Polícia Federal, partidos políticos e universidades brasileiras que possuam departamentos de tecnologia da informação.

Segundo o secretário, essas instituições atuam como agentes independentes de fiscalização e reforçam a transparência do processo eleitoral.
Contexto

No último sábado (25), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou que negou vistos de entrada no Brasil a dois funcionários do governo dos EUA: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes, e o subsecretário adjunto Samuel Samson.

O motivo, segundo o Itamaraty, é que o governo brasileiro tomou conhecimento do interesse do Departamento de Estado estadunidense de enviar funcionários para monitorar as urnas eletrônicas.

Uma reportagem do jornal The Washington Post afirmou que a gestão do presidente Donald Trump pretendia enviar representantes ao Brasil para levantar dúvidas sobre as urnas eletrônicas. O Departamento de Estado americano negou que essa fosse a finalidade da missão.

O TSE marcou para o dia 17 de agosto uma segunda reunião com embaixadores, representantes diplomáticos e organismos internacionais, a fim de explicar o funcionamento da urna eletrônica brasileira, bem como do sistema eleitoral do país.

Ingressos do espetáculo “40+” com Paulinho Serra (RJ) em São Luís já estão à venda no Sympla

Humorista Paulinho Serra

Os ingressos para o Projeto 5ª Cultural do mês de agosto, que terá como atração o espetáculo nacional “40+”, do humorista Paulinho Serra (RJ), já estão disponíveis para venda no Sympla. A apresentação será no Teatro Sesc Napoleão Ewerton (Condomínio Fecomércio/Sesc/Senac, na Avenida dos Holandeses), dia 20/08, às 19h.

Em cena, uma divertida viagem pelas décadas de 1980, 1990 e 2000, despertando lembranças em quem viveu essa época, além de mostrar para o público mais jovem situações que atravessam gerações. Entre referências nostálgicas e inferências sobre o presente, Paulinho Serra constrói um texto bem humorado, dinâmico e recheado de improvisos que prometem arrancar muitas gargalhadas da plateia.

Com seu estilo irreverente e sua forte interação com o público, cada apresentação ganha um ritmo próprio, tornando o espetáculo uma experiência única. A plateia se reconhece nas histórias, participa espontaneamente e acompanha um humor que mistura nostalgia, cotidiano e observações afiadas sobre a vida contemporânea.


Com mais de duas décadas de carreira, Paulinho Serra (RJ) consolidou seu nome como um dos principais artistas do humor brasileiro, transitando com naturalidade entre a televisão, o cinema, teatro e stand-up comedy. Sua presença de palco, improviso rápido e autenticidade fazem de cada espetáculo um momento leve, divertido e repleto de identificação.

SERVIÇO

O que: Projeto 5ª Cultural, do Sesc Maranhão. Espetáculo “40+”, com o humorista, ator e apresentador Paulinho Serra (RJ)

Quando: Dia 20 de agosto de 2026 (quinta-feira), às 19h

Onde: Teatro Sesc Napoleão Ewerton (Condomínio Fecomércio/Sesc/Senac, na Avenida dos Holandeses)

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia-entrada) e R$ 25,00 (trabalhador do comércio) - disponível pela plataforma Sympla