domingo, 19 de julho de 2026

Saoba mais sobre como funciona o Conselho Nacional de Política Cultural do Brasil


Criado em 2005, o Conselho Nacional de Política Cultural integra o Sistema Nacional de Cultura (SNC), modelo de organização das políticas culturais previsto na Constituição Federal. A Lei Nº 14.835/2024, que institui o SNC, reconhece o CNPC como um dos órgãos que compõem essa estrutura e como um de seus instrumentos de gestão.

O Conselho passou por diferentes formatos em seus mais de 20 anos de funcionamento. Sua atual regulamentação foi feita no Decreto Nº 12.980, de 21 de maio de 2026, que define sua composição, suas competências, sua estrutura e as regras para sua atuação. Responsável por acompanhar diferentes instrumentos da política cultural, ele participa da definição de diretrizes para o setor e acompanha a implementação de políticas públicas em âmbito nacional.

Entre suas competências estão a apreciação das diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC) e do Fundo Nacional de Cultura (FNC), o acompanhamento de instrumentos de financiamento, do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) e da realização da Conferência Nacional de Cultura, além da articulação com conselhos estaduais, distrital e municipais.

Quem faz parte do Conselho

O CNPC é formado por 42 conselheiros titulares, em composição paritária, sendo 21 representantes da sociedade civil e 21 do poder público, todos com suplentes.

Os representantes da sociedade civil são eleitos por seus pares e representam diferentes áreas da cultura, como audiovisual, música, teatro, dança, circo, artes visuais, artesanato e livro, leitura, literatura e bibliotecas. O colegiado também reúne representantes da economia criativa, do patrimônio e da memória, da Política Nacional de Cultura Viva e de segmentos da diversidade cultural brasileira, entre eles povos indígenas, comunidades quilombolas, culturas populares, culturas de matriz africana, culturas urbanas e periféricas e culturas do campo, das águas e das florestas.

Do lado do poder público, o Conselho é composto pela ministra da Cultura, por representantes das secretarias do Ministério da Cultura e de suas entidades vinculadas, além de integrantes do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura e de entidades representativas dos gestores culturais municipais. Dessa forma, o colegiado reúne representantes das esferas federal, estadual e municipal para discutir temas relacionados às políticas culturais.

O funcionamento do CNPC está organizado em três instâncias: o Plenário, onde são debatidos e deliberados os principais temas; a Mesa Diretora, responsável pela condução dos trabalhos; e as Comissões Temáticas, que aprofundam as discussões sobre assuntos específicos. Os representantes da sociedade civil que integram o Plenário também participam dos Colegiados Nacionais de Participação Social, organizados por áreas e segmentos culturais, espaços voltados ao acompanhamento e à discussão de temas específicos das políticas culturais.

Ao reunir representantes da sociedade civil e do poder público em um mesmo colegiado, o CNPC integra os mecanismos de participação social previstos no Sistema Nacional de Cultura.

Saiba mais sobre o CNPC aqui.

FAFÁ DE BELÉM, O MUSICAL, ESTREIA DIA 20 DE AGOSTO EM SÃO LUÍS - MA, DE QUINTA A DOMINGO, NO TEATRO ARTHUR AZEVEDO, UMA HOMENAGEM AOS 50 ANOS DE CARREIRA DA CANTORA

“Fafá de Belém, o Musical” celebra 50 anos
de carreira da artista paraense


Apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras


Link vídeo: https://drive.google.com/file/d/1GRtu1pfRYB3op2mD2jMQe-UhBL4lN2Kx/view?usp=sharing

O ESPETÁCULO

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, realizado por Charge Produções, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Um dos maiores nomes da música popular brasileira ganha os palcos em um espetáculo que une teatro musical, política, ecologia e memória afetiva. “Fafá de Belém, o Musical” celebra cinco décadas de trajetória da cantora, exaltando sua força artística e de cidadã brasileira.

Depois do sucesso de público e crítico nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belém do Pará, o espetáculo chega em São Luís – MA, para uma curta temporada nos dias 20, 21, 22, 23, 27, 28, 29 e 30 de agosto no Teatro Arthur Azevedo. A atriz Lucinha Lins é um dos destaques de “Fafá de Belém, o Musical”, aos 73 anos, a artista dá vida à cantora paraense em sua fase mais madura e politizada, interpretando uma personagem com quem mantém uma amizade de longa data.

O espetáculo utiliza a linguagem do teatro musical para narrar a trajetória de uma das mais importantes cantoras da música brasileira. Iniciaremos nossa jornada pela floresta amazônica, berço e cenário de origem da artista. Através das lendas e mitos dos povos da floresta – indígenas, ribeirinhos, marajoaras, entre outros, contaremos e cantaremos a saga da nossa Fafá - a menina que veio do Norte.

A narrativa é construída em três planos: o presente — durante a gravação de um documentário em homenagem aos 50 anos de carreira no histórico Teatro da Paz, em Belém; as memórias da infância — em uma Belém lírica, marcada por mitos e lendas amazônicas; e a construção da carreira da artista — da capital paraense para o mundo.

Texto e roteiro musical Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche, Direção artística Gustavo Gasparani e Idealização e produção artística Jô Santana. Três intérpretes dão vida à cantora em diferentes fases: Fafá-menina por Laura Saab (neta da homenageada) e Clarah Passos, Fafá-cantora por Helga Nemetik (indicada ao prêmio Shell como melhor atriz) e Fafá de Belém nos dias de hoje interpretada por Lucinha Lins.

Primeiro Ato


O espetáculo tem início com um número musical dedicado à Amazônia. As lembranças da infância de Fafá se misturam a lendas como a Cobra Grande, o Boto e o Tamba tajá, narrando a trajetória da menina cabocla que saiu de Belém para conquistar o Brasil.

A atmosfera regional é marcada pelo coro “Carimbó-Siriá”, coletivo de atores-músicos que acompanha as diferentes fases da cantora. O público conhece sua relação familiar, cultural e religiosa, base de sua identidade artística.

Entre os destaques do ato estão a relação amorosa com o músico Raul Mascarenhas, apresentada em paralelo com a lenda do boto, e o Círio de Nazaré, que culmina no encontro de Fafá com o Papa.

Algumas músicas do primeiro ato: Amazônia, Pauapixuna, Bom dia Belém, Foi assim, Eu preciso aprender a ser só, Sedução, Filho da Bahia, Cavalgada, Que me venha esse homem, Eu sou de lá e Ave Maria.

Segundo Ato

O clima se transforma: o regional amazônico dá lugar à estética urbana da diva da MPB. Surge uma Fafá consagrada, politizada e dona do seu discurso.

A abertura retrata o movimento das “Diretas Já”, ressaltando o engajamento da cantora. Outro momento marcante é a homenagem de um grupo de drags, que interpretam sucessos como Abandonada, Meu Homem, Memórias e Sob Medida, celebrando o apoio de Fafá à comunidade LGBTQIA+.


O espetáculo também aborda sua forte ligação com Portugal, incluindo uma cena no Cassino Estoril com a canção Nem às paredes confesso. O DJ Zé Pedro entra em cena para colaborar na criação do álbum “Do tamanho certo para o meu sorriso”, inspirado no tecno-brega paraense — reconectando Fafá às raízes de sua terra.

O ato traz ainda o sucesso do remix de Emoriô e canções como Coração do Agreste, Bilhete e Nuvens de Lágrimas. O encerramento é apoteótico, com o Boi de Parintins e a emblemática canção Vermelho.

Próximas apresentações:

18 a 19 de setembro, em Belo Horizonte no teatro Sesc Paladium

Ficha técnica Fafá de Belém, o musical

Texto e roteiro musical: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche

Direção artística: Gustavo Gasparini

Idealização e produção artística: Jô Santana

Pesquisa: Rodrigo Faour

Elenco:

Lucinha Lins (atriz convidada)

Helga Nemetik

Laura Saab

Ananda K

Clarah Passos

Daniel Carneiro

Diego Luri

Fernando Leite

Gabriel Manitta

Godoy

Keren Silveira

Mona Vilardo

Naieme

Sérgio Dalcin

Thuca Soares

Ensemble: Jullie Duarte

Ensemble: Thales Huebra

Laura Saab e Clara Passos alternam-se na personagem da Fafá de Belém criança.

Músicos:

Maestro/regência: Glauco Berçot

Baterista: Rhuan Nunes

Baixista: Michel Maia

Percussão: Fábio D´Lélis

Cordas: Frank Russo

Diretora assistente: Iléa Ferraz

Direção musical: Marcelo Alonso Neves

Assistente de direção musical: Glauco Berçot

Preparadora vocal: Mona Vilardo

Coreografia: Renato Vieira

Coreografa assistente: Soraya Bastos

Consultoria dança regional (Carimbo): Andréia de Vasconcelos


Equipe de cenografia:

Cenografia: Ronald Teixeira

Cenógrafo Assistente: Pedro Stamford

Cenógrafo Projetista: George Bravo

Aderecista Escultor: Gabriel Barros

Cenotécnico: GT Cenografia - Guilherme Tommasi

Assistente de Cenografia e Cenotecnia: Ricardo Junior

Design Gráfico da Cenografia: Flavio Graff

Equipe de figurino:

Figurinista: Claudio Tovar

Assistente de figurino: Paulo Raika / Rodrigo Cachoeira

Costureiras (os): Marien Modas/Lugall/Dilan Jara

Equipe de Macramê: Susana Canto e Regina Pontual

Aderecista: Edilson Risoleta /Rodrigo Cachoeira

Visagista: Beto Carramanhos

Quick Change Mask (Drags): Rico 3D e Alisson Rodrigues

Maquiagem fotos estúdio: Vandinho Cardin /Maxwell Pinheiro

Desenho de som: Bruno Pinho e Paulo Altafim

Iluminador: Paulo Cesar Medeiros

Áudio Visual: Dudu Chamon

Equipe de comunicação:

Fotos still: Leo Aversa

Fotos de cena: Nil Caniné

Design gráfico: DOROTÉIA DESIGN / Adriana Campos,

Flávia Pacheco e Pedro Cancelliero

Marketing: Iara Moraes

Marketing cultural e parcerias: Gheu Tibério

Assistente de marketing cultural e parcerias: Paula Rego e Pedro Ribeiro

Assessoria de imprensa nacional: amigos comunicação /Mauricio Aires e Rogério Alves

Social media: Letícia Ribeiro

Editor de conteúdo: Bruno Teodoro

Performance: V2P

Equipe de produção:

Direção de produção: Carmem Oliveira / Renato Araújo

Assistente de produção: Gabriel Dalan / Elio Costa / Paloma Engler

Chef: Osmar Ribeiro

Equipe administrativa:

Direção financeira e leis de incentivo: Janaína Reis

Assistente Administrativo: Marcela Lima

Jurídico e contabilidade:

Assessoria jurídica: FRANCEZ ADVOGADOS – Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista

Contabilidade: Yara Brasil

Equipe Técnica:

Direção técnica: Ricardo Santana

Maquinista: Kadu Carvalho

Contrarregra: Bubu e Ricardo Junior

Assistente de Contrarregra: Josimar Soares

Peruqueira Chefe: Raquel Reis

Maquiador: Vandinho Cardin

Camareiras (os): Ligia Silva / Alessandra Persan e Paulo Raika

Operador de luz: Paulo Cesar Medeiros

Operador de som: Luciano Monson

Mocrofonista: Adriana Lima

Canhoneiro: Rodrigo Emanuel

Produção: Charge Produções e Fato Produções

SERVIÇO FAFA DE BELEM , O MUSICAL

FAFA DE BELEM, O MUSICAL - TEMPORADA SÃO LUÍS - MA

LOCAL: TEATRO ARTUR AZEVEDO

Endereço: Rua do Sol s/n – Centro, São Luís – MA – CEP 65010-120

Lotação teatro: 750 lugares

Temporada de: 20 a 30 de agosto de 2026

Classificação: 12 anos

Duração: 02h40 min – 15 minutos de intervalo

Quinta e sexta às 20h

Sábado e domingo às 15h e 20h

PLATEIA 1º lote R$ 220,00 – meia R$ 110,00

FRISA 1º lote R$ 160,00 – meia R$ 80,00

CAMAROTE 1º lote R$ 140,00 – meia R$ 70,00

BALCÃO 1º lote R$ 100,00 – meia R$ 50,00

GALERIA 1º lote R$ 50,00 – meia R$ 25,00

Funcionamento da Bilheteria do teatro:

Bilheteria aberta das 13h30 até às 18h30 de terça a domingo. Em dias de espetáculo, o horário é estendido até minutos antes do início da apresentação.

Vendas Online: https://www.ticketbolt.com/serch?q=fafa

SERVIÇO:

OFICINAS GRATUITAS: Teatro Musical, Produção Cultural e Ecoreciclagem.

Período: 25 a 29 de agosto de 2026

Local: Teatro Arthur Azevedo

Horário: das 9h às 13h

sexta-feira, 17 de julho de 2026

SINPROESEMMA promove 12º Encontro Estadual dos Aposentados(as) e vai debater “A Importância de Políticas Públicas e a Valorização dos Aposentados 60+”


O Sinproesemma, através da Secretaria de Aposentados(as), realizará no próximo dia 31 de julho, o 12º Encontro Estadual dos Aposentados (as) reunindo educadores aposentados de todas as regiões do Maranhão. O encontro acontecerá a partir das 8h, no Hotel Santos Dumont, em São Luís.

Com o tema “A Importância de Políticas Públicas e a Valorização dos Aposentados 60+”, o encontro promoverá debates sobre os desafios do envelhecimento, qualidade de vida e a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à população idosa.

Segundo a secretária de Aposentados do Sinproesemma, Edna Castro, será um dia de formação, integração e fortalecimento da luta em defesa dos direitos dos educadores aposentados.

Secretária de Aposentados do Sinproesemma, Edna Castro

“O Encontro Estadual dos Aposentados é um espaço de acolhimento, aprendizado e valorização. É uma oportunidade para debatermos políticas públicas que garantam mais qualidade de vida e respeito aos aposentados. Porque como diz o nosso lema, Aposentados Sim, Inativos Nunca”, disse Edna.

O presidente em exercício do Sinproesemma, Fábio Orlan, destacou que os aposentados são parte fundamental do Sinproesemma e que o encontro é mais uma forma de integrar a categoria.

“Manter os aposentados integrados às ações do Sinproesemma é um compromisso permanente da nossa gestão. Eles continuam sendo protagonistas da luta em defesa da educação pública e da valorização dos educadores. Este encontro reafirma o nosso respeito à história de quem construiu a educação maranhense e fortalece a participação ativa dos aposentados na defesa dos seus direitos e no futuro da nossa categoria”, pontou Fábio Orlan.

Participantes do 11° Encontro dos Aposentados em 2025

Para os aposentados(as) da regional de São Luís que compreende os municípios de Raposa, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e São Luís, as inscrições para participação no 12º Encontro deverão ser realizadas na Sede Administrativa do Sinproesemma, localizado na Rua Direita, Praia Grande, Centro de São Luís. Os aposentados devem apresentar contracheque e documento de identificação. As inscrições ficam abertas até o dia 24 de julho. As vagas são limitadas.

Entenda a Lei de Reciprocidade, que o Brasil pode adotar contra os EUA


A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada "imediatamente".

A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, foi motivada também por decisões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Já naquela ocasião, Trump escalou em uma guerra comercial contra diversos países, inclusive o Brasil, e anunciou sobretaxas de importação.

A Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Ou seja, se um país com o qual o Brasil tem relação comercial adota uma medida que o prejudique nessa relação, o governo pode adotar uma série de contramedidas. Dentre elas, impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou restringir importações de bens ou serviços.

Essas contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.
Soberania

A Lei da Reciprocidade destaca que cabe a suspensão de concessões comerciais, entre outras medidas, a países ou blocos de países que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.

Assim, a lei se aplica a um país que ameace aplicar ou aplique medidas comerciais na tentativa de interferir em atos específicos ou práticas no Brasil.

A legislação também abre espaço ao diálogo e entendimento para que medidas retaliatórias não sejam tomadas obrigatoriamente. Em seu Artigo 4º, determina que a diplomacia entre em ação para reduzir ou anular a necessidade das contramedidas previstas.
Meio ambiente

A Lei de Reciprocidade também inclui países que tomem medidas unilaterais com base em requisitos ambientais mais onerosos do que os padrões de proteção ambiental adotados no país.

Nesse caso, o Brasil deve considerar, além das normas ambientais adotadas internamente, como o Código Florestal, de 2012, as metas estabelecidas na Política Nacional do Clima, de 2009, e os compromissos assumidos no Acordo de Paris, de 2015.

Se um país aplicar medidas comerciais unilaterais alegando descumprimento de normas ambientais não contempladas por esses institutos, e que sejam mais dispendiosas ao Brasil, está prevista a aplicação de contramedidas.

Fonte: EBC

Camilo Santana é eleito novo presidente da Comissão de Educação no Senado

Teresa Leitão e Camilo Santana no Senado

A Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal elegeu, na quarta-feira (8), o senador Camilo Santana (PT-CE) como novo presidente do colegiado no biênio 2025/2026. A decisão se deu após a renúncia da senadora Teresa Leitão (PT-PE) ao cargo, que saiu para assumir a liderança do governo no Senado.

O resultado foi obtido em uma chapa única, com votação unânime.

O secretário de Assuntos Jurídicos e Legislativos da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Antônio Marcos Gonçalves, comentou sobre o trabalho do novo parlamentar diante da comissão.

“O senador Camilo Santana tem vários desafios ao assumir a presidência da Comissão de Educação do Senado, como acompanhar a implementação do Plano Nacional de Educação (PNE) e Sistema Nacional de Educação (SNE) para que no país se consolide de fato com uma educação pública de qualidade, laica, gratuita e emancipadora”, disse Antônio.

“Enquanto CNTE, vamos buscar diálogo constante com o senador a fim de que ele assuma demandas fundamentais para o fortalecimento da educação pública e valorização dos profissionais da educação. Vamos defender formação continuada, regulamentação do sistema de avaliação, Piso Nacional e Carreira para todos os profissionais envolvidos no processo educacional e, principalmente, que a comissão consiga frear o avanço das pautas conservadoras, como educação domiciliar, privatizações de escola, terceirização de profissionais e o uso exagerado de plataformas digitais", finalizou.

Balanço da gestão

Na sessão de passagem, Teresa fez uma avaliação dos anos frente à gestão da comissão.

“Para mim, como presidente, foram dois anos marcados pela retomada do planejamento da educação como política de estado. Esse processo teve dois marcos históricos: a aprovação do Sistema Nacional de Educação (SNE) e do novo Plano Nacional de Educação (PNE). Pela primeira vez o país passa a contar com um plano concebido sob vigência do SNE, fortalecendo a federação cooperativa, a governança e o acompanhamento das políticas públicas”, disse a senadora.

Do início do biênio até o momento, foram aprovadas 70 matérias em decisão terminativa, emitidos 40 pareceres adicionais aprovando matérias, realizadas 59 audiências públicas, aprovados 87 requerimentos. Além disso, segundo Teresa, a comissão contribuiu para que 43 proposições fossem transformadas em lei.

“Quero dizer que estarei aqui mais como um servidor para ajudar nesta construção, por acreditar que a educação é o grande caminho de uma educação e de um país que se diz soberano, independente e justo. Sempre digo que a educação precisa estar acima de qualquer questão político-partidária, porque o que está em jogo é a qualidade da educação das nossas crianças e jovens. Temos muito a fazer ainda, então me ponho à disposição”, comentou Camilo.

Além de presidir a comissão, o parlamentar foi escolhido como líder do Partido dos Trabalhadores (PT) no Senado, cadeira também ocupada por Teresa até então. Camilo Santana é ex-ministro da Educação e ex-governador do Ceará, além de ex-secretário estadual.

Assista a sessão no Senado

Com informações da Agência Senado

quarta-feira, 15 de julho de 2026

SINPROESEMMA garante na Justiça o pagamento dos recursos do FUNDEF aos professores de CAJARI


O Sinproesemma conquistou uma grande vitória na Justiça, assegurando a proteção do rateio do precatório do FUNDEF para os professores e professoras do município de Cajari.

A ação foi ajuizada diante da demora e da omissão do Poder Executivo municipal. Mesmo com os recursos já depositados em conta, a Prefeitura ainda não cumpriu as etapas previstas na Constituição Federal e na Lei Federal nº 14.325/2022, como o envio do Projeto de Lei (PL) à Câmara Municipal de Cajari e a criação da Comissão Paritária, o que gerava insegurança entre os professores.

Ação Judicial do Sinproesemma

A 1ª Vara da Comarca de Viana acolheu integralmente a Ação Civil Pública ajuizada pelo Sinproesemma, assegurando os direitos dos educadores, incluindo aposentados e herdeiros que aguardam há anos pelo recebimento desses recursos. A decisão determinou as seguintes medidas imediatas: Bloqueio Judicial: Retenção imediata dos recursos na conta específica do FUNDEF, com ofício já expedido à Caixa Econômica Federal, blindando o dinheiro contra qualquer desvio de finalidade.

Comissão Paritária: Obrigação de instituir a comissão para identificação dos beneficiários, com participação obrigatória do Sinproesemma e do Poder Legislativo.

Projeto de Lei: Envio obrigatório da regulamentação dos critérios de rateio à Câmara Municipal.
Multa Diária: Aplicação de penalidade financeira pesada em caso de descumprimento da sentença pelo Município.

A atuação jurídica do Sinproesemma foi conduzida com celeridade pela Assessoria Jurídica da entidade. O advogado Leverriher Alencar celebrou a decisão e fez uma solicitação à atual gestão municipal de Cajari.

“Tivemos que usar essa medida judicial porque o prefeito de Cajari não toma as providências necessárias para o pagamento. Conseguimos na Justiça assegurar o recurso destinado aos professores. E deixamos um recado: prefeito, não entre com recurso. Não maltrate mais os professores e a sociedade de Cajari”, pediu ele.

Para o presidente em exercício do Sinproesemma, Fábio Orlan, a conquista em Cajari reflete o trabalho vigilante e o compromisso da entidade em fazer valer os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras em educação.

Presidente em exercício do SINPROESEMMA Professor Fábio Orlan

“Temos que comemorar essa importante vitória jurídica relativa aos precatórios do FUNDEF. Estamos atentos e não aceitaremos nenhum tipo de manobra. O Sinproesemma acompanhará cada passo até a vitória definitiva e o recebimento desse recurso pelos professores e professoras que têm direito a ele. Essa é a nossa missão: fortalecer a luta com ação, unidade e compromisso”, declarou Orlan.

O Sinproesemma manterá a mobilização e a vigilância sobre o caso, fiscalizando cada etapa do cumprimento da sentença. Além disso, reitera que continuará acompanhando o processo de perto até que o dinheiro caia, de forma justa e transparente, no bolso de cada professor e professora de Cajari.

Leia abaixo a ação e a decisão:

Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA

ASLAN lança “Meu Canto”, EP com 4 faixas inéditas marcadas por fortes influências do Norte e Nordeste


SÃO LUÍS – O cantor e compositor maranhense ASLAN lançou em todas as plataformas de streaming o seu aguardado EP “Meu Canto”, um manifesto pop do artista, que conta com quatro faixas marcadas pelas fortes influências culturais do Norte e Nordeste.

O lançamento traz faixas inéditas e uma intro emocionante, que apresenta a voz da mãe do artista, celebrando a brasilidade pura, com um ritmo único para cada canção. 

Ouça no link: https://open.spotify.com/intl-pt/album/0DnheJQ2BShdaZEUXQsNOf?si=X4_eDF6OQCq1WVQ2DWj4nQ

Em sua nova fase musical, ASLAN prepara os fãs e os amantes da música para uma viagem sinestésica que conecta a rica regionalidade do Maranhão com diversas referências brasileiras.

O EP abre com “Côco-babaçu”, um pop tropical e convite festivo ao Maranhão, embalado pelo balanço do cacuriá e do carimbó. Em seguida, a faixa “Azulejos” – atual single de trabalho do artista – traz um reggae romântico que une a paixão amorosa à poesia arquitetônica do Centro Histórico de São Luís.


Na envolvente “Sabor de Fim de Tarde”, primeiro single desta nova fase, o brega paraense ganha vida, marcando uma homenagem à forte conexão de São Luís com a cultura do Pará. O projeto encerra com “Nossa Última Noite no Paraíso”, um piseiro romântico e crescente que narra uma despedida poética intensa, finalizando com um poema falado de “quero mais”.

“Meu Canto” é marcado pelo pop tropical, pelo calor do Nordeste e das conexões nortistas. A produção é assinada por Israel Costa (apenas na faixa “Côco-babaçu”) e Fábio Silva (nas demais canções).

Para mais informações sobre o lançamento e a nova fase musical de ASLAN, acesse o perfil oficial do artista no Instagram: https://www.instagram.com/aslanreaw/ e/ou em @aslanreaw.

Mais sobre ASLAN

Artista nordestino, ASLAN foi inserido na música desde a infância, cantando em igrejas e participando de diversos concursos de canto. Na periferia de São Luís (MA), filho de país humildes e irmão de cinco, sempre teve que batalhar pra conquistar seu espaço.


Em 2018, lançou seu primeiro single, intitulado “Tão Sexy” e despertou interesse do público maranhense – e nacional – após entrar na playlist “Viral São Luís”. Desde então, tem feito apresentações nos principais bailes de trap e funk da cidade.

Em 2021, lançou o EP “Filho da Noite”, trabalho que apresentou ao público sua estética musical e narrativa autoral. Já em 2023, lançou o single “Ludmilla”, faixa que ajudou a consolidar seu nome na cena local ao alcançar o 7º lugar no ranking do Spotify em São Luís.

Além disso, o multitalento de Aslan se mostrou de mais uma forma: como um compositor de mão cheia, com canções feitas para artistas como Enme, Only Fuego e Beny Falconi.