sábado, 25 de julho de 2026

Mulheres negras exaltam Tereza de Benguela e cobram titulação de terra



Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha é neste sábado (25)

Neste sábado (25), é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, marco de reconhecimento da luta pelos direitos das mulheres negras. Desde 2014, o 25 de julho é também o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, em homenagem à líder quilombola.



Tereza de Benguela viveu no século 18 e se tornou líder do Quilombo do Quariterê, em Mato Grosso, depois que seu marido, José Piolho, foi assassinado por soldados do estado. Conhecida como “rainha Tereza”, ela liderou por 20 anos a comunidade de mais de 100 pessoas – entre indígenas e negros – que resistiu à escravidão até 1770.


Tereza de Benguela liderou o Quilombo do Quariterê, em Mato Grosso - Fundação Cultural Palmares - Governo Federal

Não se sabe se Tereza morreu em combate contra portugueses que invadiram o quilombo ou se ainda conseguiu viver mais alguns anos. Também é incerto o local onde nasceu – se em algum país do continente africano ou no Brasil. O que se sabe é que Tereza de Benguela tornou-se referência de luta e resistência para as mulheres negras do Brasil.

Leonor Costa, jornalista, pesquisadora em Direitos Humanos e militante do Movimento Negro Unificado, destaca o legado deixado pela líder quilombola.


“Teresa de Benguela tem a nos ensinar que, diante da opressão, não há outra alternativa que não seja a luta, que não seja o enfrentamento de um sistema que oprime.”

Documentos históricos indicam que Tereza de Benguela governava o quilombo em um sistema semelhante ao de um Parlamento, com decisões tomadas coletivamente.


Selma Dealdina Mbaye cobra urgência na titulação de terras quilombolas - Ester Cezar/ISA

Para Selma Dealdina Mbaye, da Coordenação Nacional de Comunidades Negras Rurais Quilombolas, a força da rainha Tereza está viva na luta das mulheres pelo direito à terra. Ela destaca a urgência da titulação de territórios quilombolas como pauta deste 25 de julho.

"A maioria do público dos territórios quilombos é formada por mulheres e essas mulheres também anseiam ver os seus territórios titulados, livres de grilagem de terras, da exploração, da mineração, livre de todas as violências e violações."

Segundo ela, há o Brasil mais de 8 mil quilombos, que reúnem mais de 1,3 milhão de pessoas, em 24 estados e mais de 1,7 mil municípios. "Então, a gente tem um número significativo de pessoas nesses espaços e a gente precisa cada vez mais garantir esses territórios.”
Memória

Desde 2014, a dia 25 de julho foi instituído por lei como Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. A data nacional soma-se ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, comemorado desde 1992, quando ocorreu o 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingo, na República Dominicana.

O evento contou com representantes de mais de 30 países, que denunciaram violências como o racismo e as desigualdades sofridas por mulheres negras e buscaram construir uma agenda coletiva de mobilização.

No Brasil, desde 2013, ocorre o Julho das Pretas, iniciativa criada pelo Odara, Instituto da Mulher Negra de Salvador. Este ano, a agenda da 14ª edição reúne mais de 600 atividades espalhadas pelo país, organizadas por quase 300 coletivos ao longo do mês.


Entre as ações, está a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, que exige justiça por Luana Barbosa, mulher negra e lésbica, espancada e morta há dez anos, depois de se recusar a ser revistada por policiais homens durante uma abordagem em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Inscrições para Prêmio de Divulgação e Jornalismo Científico do Mercosul podem ser feitas até 31 de julho


As inscrições para a 9ª edição do Prêmio de Divulgação e Jornalismo Científico do Mercosul podem ser feitas até 31 de julho. A ação é promovida pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Paraguai (Conacyt) e pela Reunião Especializada de Ciência e Tecnologia do Mercosul (Recyt), com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O objetivo da iniciativa é fortalecer a divulgação da ciência e tecnologia na região, incentivar uma maior presença de temas científicos e tecnológicos na mídia e promover a participação dos jovens nas atividades relacionadas à ciência. Podem se inscrever profissionais e estudantes de jornalismo e cursos afins, profissionais amadores do audiovisual e divulgadores das áreas da ciência, pertencentes aos países membros e associados do Mercosul.

O concurso conta com três modalidades: Escrita, Audiovisual e Redes Sociais. Nesta edição, os candidatos devem explorar o tema STEAM na educação (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática). Para participar é necessário registrar os dados pessoais e enviar os arquivos finais por meio do Sistema de Postulação a Instrumentos (SPI) do Conacyt.

Para mais informações, acesse: https://www.conacyt.gov.py/premio-divulgacion-novena

Veja o regulamento em português

Inscrições para o 17º Festival de Música Rádio Nacional terminam nesta sexta (24)


As inscrições para o 17º Festival de Música Rádio Nacional 2026 terminam nesta sexta-feira (24). Os interessados devem se inscrever por meio do sítio eletrônico: festivalradionacional.ebc.com.br A iniciativa abre espaço na programação da Rádio Nacional FM para divulgar gravações de obras músicas inéditas e valorizar a produção de cantores, compositores, instrumentistas e arranjadores de todo o país. Neste ano, o evento integra as comemorações em torno dos 90 anos da Rádio Nacional.

Todo compositor residente no Brasil pode inscrever até duas músicas com letra em português e as obras devem ter identificação com o perfil da emissora. No ato da inscrição, é necessário preencher a ficha online e anexar cópias do RG, CPF, comprovante de residência, arquivos das músicas e letras das composições.

As gravações devem ser enviadas em formato MP3, com qualidade entre 128 Kbps e 320 Kbps. Cada música deve ter duração máxima de seis minutos. Não serão aceitas as inscrições de músicas produzidas por softwares que utilizam tecnologia de inteligência artificial.

As categorias contempladas nesta edição são: Melhor Música, Melhor Intérprete, Melhor Letra, Melhor Arranjo e Música Mais Votada na Internet. Os finalistas em cada uma delas receberão certificados de participação e os vencedores ganharão troféus.

Etapas

Na primeira etapa, do total de inscrições válidas serão selecionadas um mínimo de 30 e um máximo de 50 músicas para a segunda etapa do Festival, de execução na programação da rádio e votação pela internet. A Comissão Julgadora será composta por representantes da Rádio Nacional e pelos jurados convidados. Essa Comissão também será responsável pela seleção das músicas finalistas.

As músicas selecionadas pela Comissão Julgadora na segunda etapa do Festival serão executadas na programação da Rádio Nacional FM e poderão ser votadas pela internet no período de 31 de agosto a 16 de outubro de 2026. A música mais votada nessa etapa de votação na internet já estará classificada entre as 12 finalistas do Festival.

Para a etapa final, a mesma Comissão Julgadora voltará a se reunir e selecionará as 11 músicas finalistas, que serão veiculadas na programação da Nacional FM entre os dias 19 de outubro e 31 de outubro de 2026. Um novo processo de votação no site do Festival será aberto para as 12 finalistas. O prêmio da Música Mais Votada na Internet será definido pela soma dos votos nas duas fases de votação.

Para a escolha dos vencedores do Festival nas diversas categorias, a Rádio Nacional promoverá, no dia 31 de outubro, o Show da Final, que contará com a apresentação ao vivo das 12 músicas finalistas para os jurados e público presente.

Serviço

Festival de Música Rádio Nacional 2026 - Inscrições até nesta sexta-feira (24), no site: festivalradionacional.ebc.com.br

Rádio Nacional na internet e nas redes sociais

Site: https://radios.ebc.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr
Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv
YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr
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WhatsApp Nacional

- Rádio Nacional FM: (61) 99989-1201
- Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536
- Rádio Nacional da Amazônia: (61) 99674-1568
- Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966

Saiba como sintonizar a Rádio Nacional

Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz
Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz
São Paulo: FM 87,1 MHz
Recife: FM 87,1 MHz
São Luís: FM 93,7 MHz
Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC
Alto Solimões: FM 96,1 MHz

Fonte: EBC

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Inscrições para o Prêmio Jovem Cientista 2026 segue até 14 de agosto


As inscrições para o Prêmio Jovem Cientista 2026 podem ser feitas até 14 de agosto. A edição deste ano tem como tema Inteligência artificial para o bem comum e destaca propostas relacionadas ao uso da tecnologia como ferramenta para redução de desigualdades e promoção do desenvolvimento sustentável.

Ao todo, são cinco categorias, sendo elas: Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Estudante do Ensino Médio e Mérito Institucional, que premia uma universidade e uma escola pelo desempenho na edição.

Na categoria Mestre e Doutor podem concorrer estudantes de mestrado ou doutorado e mestres e doutores com até 39 anos. Já na Estudante de Ensino Superior, podem participar alunos regularmente matriculados em cursos de graduação ou que tenham concluído a graduação a partir de 1º de janeiro de 2025, com menos de 30 anos. Em Estudante do Ensino Médio, são elegíveis estudantes regularmente matriculados no Ensino Médio ou na Educação Profissional e Tecnológica, com até 24 anos.

Os vencedores receberão laptops, bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) entre R$ 5 mil e R$ 40 mil.

Para se inscrever, acesse o site Jovem Cientista e para mais informações, consulte o edital.

Sesc abre inscrições para cursos livres de música em cinco modalidades


Se você sonha em aprender a tocar um instrumento musical ou aperfeiçoar o seu talento, chegou a sua chance. O Sesc Maranhão está com inscrições abertas para cursos livres de música em cinco modalidades: violino, bateria, saxofone, violão e canto.

Com taxa única por curso no valor de R$ 60,00 para comerciários e seus dependentes, R$ 80,00 para conveniados e R$ 100,00 para o público em geral, os interessados devem procurar a Central de Relacionamento do Sesc Deodoro até o dia 17 de agosto, das 8h às 17h, para realizar a inscrição. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (98) 3216-3800.

As aulas serão ministradas por professores do Sesc, no período de 18 de agosto a 27 de novembro, no Espaço Sesc de Música, localizado na Rua dos Afogados, no Centro Histórico de São Luís.


Os cursos livres de música integram o Projeto Sesc Musicar e têm como objetivo ampliar o acesso da comunidade ao ensino musical por meio de cursos presenciais de curta duração, com valores acessíveis e voltados para diferentes faixas etárias. A iniciativa oferece a oportunidade de aprender com professores qualificados, em um ambiente preparado para estimular a criatividade, a prática musical e o desenvolvimento artístico.

Criado em 2006, o Projeto Sesc Musicar nasceu com o objetivo de utilizar a música como instrumento de educação e inclusão social, possibilitando que crianças ingressem no universo musical e que jovens com experiência na área aperfeiçoem suas habilidades artísticas.

domingo, 19 de julho de 2026

Saoba mais sobre como funciona o Conselho Nacional de Política Cultural do Brasil


Criado em 2005, o Conselho Nacional de Política Cultural integra o Sistema Nacional de Cultura (SNC), modelo de organização das políticas culturais previsto na Constituição Federal. A Lei Nº 14.835/2024, que institui o SNC, reconhece o CNPC como um dos órgãos que compõem essa estrutura e como um de seus instrumentos de gestão.

O Conselho passou por diferentes formatos em seus mais de 20 anos de funcionamento. Sua atual regulamentação foi feita no Decreto Nº 12.980, de 21 de maio de 2026, que define sua composição, suas competências, sua estrutura e as regras para sua atuação. Responsável por acompanhar diferentes instrumentos da política cultural, ele participa da definição de diretrizes para o setor e acompanha a implementação de políticas públicas em âmbito nacional.

Entre suas competências estão a apreciação das diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC) e do Fundo Nacional de Cultura (FNC), o acompanhamento de instrumentos de financiamento, do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC) e da realização da Conferência Nacional de Cultura, além da articulação com conselhos estaduais, distrital e municipais.

Quem faz parte do Conselho

O CNPC é formado por 42 conselheiros titulares, em composição paritária, sendo 21 representantes da sociedade civil e 21 do poder público, todos com suplentes.

Os representantes da sociedade civil são eleitos por seus pares e representam diferentes áreas da cultura, como audiovisual, música, teatro, dança, circo, artes visuais, artesanato e livro, leitura, literatura e bibliotecas. O colegiado também reúne representantes da economia criativa, do patrimônio e da memória, da Política Nacional de Cultura Viva e de segmentos da diversidade cultural brasileira, entre eles povos indígenas, comunidades quilombolas, culturas populares, culturas de matriz africana, culturas urbanas e periféricas e culturas do campo, das águas e das florestas.

Do lado do poder público, o Conselho é composto pela ministra da Cultura, por representantes das secretarias do Ministério da Cultura e de suas entidades vinculadas, além de integrantes do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura e de entidades representativas dos gestores culturais municipais. Dessa forma, o colegiado reúne representantes das esferas federal, estadual e municipal para discutir temas relacionados às políticas culturais.

O funcionamento do CNPC está organizado em três instâncias: o Plenário, onde são debatidos e deliberados os principais temas; a Mesa Diretora, responsável pela condução dos trabalhos; e as Comissões Temáticas, que aprofundam as discussões sobre assuntos específicos. Os representantes da sociedade civil que integram o Plenário também participam dos Colegiados Nacionais de Participação Social, organizados por áreas e segmentos culturais, espaços voltados ao acompanhamento e à discussão de temas específicos das políticas culturais.

Ao reunir representantes da sociedade civil e do poder público em um mesmo colegiado, o CNPC integra os mecanismos de participação social previstos no Sistema Nacional de Cultura.

Saiba mais sobre o CNPC aqui.

FAFÁ DE BELÉM, O MUSICAL, ESTREIA DIA 20 DE AGOSTO EM SÃO LUÍS - MA, DE QUINTA A DOMINGO, NO TEATRO ARTHUR AZEVEDO, UMA HOMENAGEM AOS 50 ANOS DE CARREIRA DA CANTORA

“Fafá de Belém, o Musical” celebra 50 anos
de carreira da artista paraense


Apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras


Link vídeo: https://drive.google.com/file/d/1GRtu1pfRYB3op2mD2jMQe-UhBL4lN2Kx/view?usp=sharing

O ESPETÁCULO

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, realizado por Charge Produções, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Um dos maiores nomes da música popular brasileira ganha os palcos em um espetáculo que une teatro musical, política, ecologia e memória afetiva. “Fafá de Belém, o Musical” celebra cinco décadas de trajetória da cantora, exaltando sua força artística e de cidadã brasileira.

Depois do sucesso de público e crítico nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belém do Pará, o espetáculo chega em São Luís – MA, para uma curta temporada nos dias 20, 21, 22, 23, 27, 28, 29 e 30 de agosto no Teatro Arthur Azevedo. A atriz Lucinha Lins é um dos destaques de “Fafá de Belém, o Musical”, aos 73 anos, a artista dá vida à cantora paraense em sua fase mais madura e politizada, interpretando uma personagem com quem mantém uma amizade de longa data.

O espetáculo utiliza a linguagem do teatro musical para narrar a trajetória de uma das mais importantes cantoras da música brasileira. Iniciaremos nossa jornada pela floresta amazônica, berço e cenário de origem da artista. Através das lendas e mitos dos povos da floresta – indígenas, ribeirinhos, marajoaras, entre outros, contaremos e cantaremos a saga da nossa Fafá - a menina que veio do Norte.

A narrativa é construída em três planos: o presente — durante a gravação de um documentário em homenagem aos 50 anos de carreira no histórico Teatro da Paz, em Belém; as memórias da infância — em uma Belém lírica, marcada por mitos e lendas amazônicas; e a construção da carreira da artista — da capital paraense para o mundo.

Texto e roteiro musical Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche, Direção artística Gustavo Gasparani e Idealização e produção artística Jô Santana. Três intérpretes dão vida à cantora em diferentes fases: Fafá-menina por Laura Saab (neta da homenageada) e Clarah Passos, Fafá-cantora por Helga Nemetik (indicada ao prêmio Shell como melhor atriz) e Fafá de Belém nos dias de hoje interpretada por Lucinha Lins.

Primeiro Ato


O espetáculo tem início com um número musical dedicado à Amazônia. As lembranças da infância de Fafá se misturam a lendas como a Cobra Grande, o Boto e o Tamba tajá, narrando a trajetória da menina cabocla que saiu de Belém para conquistar o Brasil.

A atmosfera regional é marcada pelo coro “Carimbó-Siriá”, coletivo de atores-músicos que acompanha as diferentes fases da cantora. O público conhece sua relação familiar, cultural e religiosa, base de sua identidade artística.

Entre os destaques do ato estão a relação amorosa com o músico Raul Mascarenhas, apresentada em paralelo com a lenda do boto, e o Círio de Nazaré, que culmina no encontro de Fafá com o Papa.

Algumas músicas do primeiro ato: Amazônia, Pauapixuna, Bom dia Belém, Foi assim, Eu preciso aprender a ser só, Sedução, Filho da Bahia, Cavalgada, Que me venha esse homem, Eu sou de lá e Ave Maria.

Segundo Ato

O clima se transforma: o regional amazônico dá lugar à estética urbana da diva da MPB. Surge uma Fafá consagrada, politizada e dona do seu discurso.

A abertura retrata o movimento das “Diretas Já”, ressaltando o engajamento da cantora. Outro momento marcante é a homenagem de um grupo de drags, que interpretam sucessos como Abandonada, Meu Homem, Memórias e Sob Medida, celebrando o apoio de Fafá à comunidade LGBTQIA+.


O espetáculo também aborda sua forte ligação com Portugal, incluindo uma cena no Cassino Estoril com a canção Nem às paredes confesso. O DJ Zé Pedro entra em cena para colaborar na criação do álbum “Do tamanho certo para o meu sorriso”, inspirado no tecno-brega paraense — reconectando Fafá às raízes de sua terra.

O ato traz ainda o sucesso do remix de Emoriô e canções como Coração do Agreste, Bilhete e Nuvens de Lágrimas. O encerramento é apoteótico, com o Boi de Parintins e a emblemática canção Vermelho.

Próximas apresentações:

18 a 19 de setembro, em Belo Horizonte no teatro Sesc Paladium

Ficha técnica Fafá de Belém, o musical

Texto e roteiro musical: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche

Direção artística: Gustavo Gasparini

Idealização e produção artística: Jô Santana

Pesquisa: Rodrigo Faour

Elenco:

Lucinha Lins (atriz convidada)

Helga Nemetik

Laura Saab

Ananda K

Clarah Passos

Daniel Carneiro

Diego Luri

Fernando Leite

Gabriel Manitta

Godoy

Keren Silveira

Mona Vilardo

Naieme

Sérgio Dalcin

Thuca Soares

Ensemble: Jullie Duarte

Ensemble: Thales Huebra

Laura Saab e Clara Passos alternam-se na personagem da Fafá de Belém criança.

Músicos:

Maestro/regência: Glauco Berçot

Baterista: Rhuan Nunes

Baixista: Michel Maia

Percussão: Fábio D´Lélis

Cordas: Frank Russo

Diretora assistente: Iléa Ferraz

Direção musical: Marcelo Alonso Neves

Assistente de direção musical: Glauco Berçot

Preparadora vocal: Mona Vilardo

Coreografia: Renato Vieira

Coreografa assistente: Soraya Bastos

Consultoria dança regional (Carimbo): Andréia de Vasconcelos


Equipe de cenografia:

Cenografia: Ronald Teixeira

Cenógrafo Assistente: Pedro Stamford

Cenógrafo Projetista: George Bravo

Aderecista Escultor: Gabriel Barros

Cenotécnico: GT Cenografia - Guilherme Tommasi

Assistente de Cenografia e Cenotecnia: Ricardo Junior

Design Gráfico da Cenografia: Flavio Graff

Equipe de figurino:

Figurinista: Claudio Tovar

Assistente de figurino: Paulo Raika / Rodrigo Cachoeira

Costureiras (os): Marien Modas/Lugall/Dilan Jara

Equipe de Macramê: Susana Canto e Regina Pontual

Aderecista: Edilson Risoleta /Rodrigo Cachoeira

Visagista: Beto Carramanhos

Quick Change Mask (Drags): Rico 3D e Alisson Rodrigues

Maquiagem fotos estúdio: Vandinho Cardin /Maxwell Pinheiro

Desenho de som: Bruno Pinho e Paulo Altafim

Iluminador: Paulo Cesar Medeiros

Áudio Visual: Dudu Chamon

Equipe de comunicação:

Fotos still: Leo Aversa

Fotos de cena: Nil Caniné

Design gráfico: DOROTÉIA DESIGN / Adriana Campos,

Flávia Pacheco e Pedro Cancelliero

Marketing: Iara Moraes

Marketing cultural e parcerias: Gheu Tibério

Assistente de marketing cultural e parcerias: Paula Rego e Pedro Ribeiro

Assessoria de imprensa nacional: amigos comunicação /Mauricio Aires e Rogério Alves

Social media: Letícia Ribeiro

Editor de conteúdo: Bruno Teodoro

Performance: V2P

Equipe de produção:

Direção de produção: Carmem Oliveira / Renato Araújo

Assistente de produção: Gabriel Dalan / Elio Costa / Paloma Engler

Chef: Osmar Ribeiro

Equipe administrativa:

Direção financeira e leis de incentivo: Janaína Reis

Assistente Administrativo: Marcela Lima

Jurídico e contabilidade:

Assessoria jurídica: FRANCEZ ADVOGADOS – Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista

Contabilidade: Yara Brasil

Equipe Técnica:

Direção técnica: Ricardo Santana

Maquinista: Kadu Carvalho

Contrarregra: Bubu e Ricardo Junior

Assistente de Contrarregra: Josimar Soares

Peruqueira Chefe: Raquel Reis

Maquiador: Vandinho Cardin

Camareiras (os): Ligia Silva / Alessandra Persan e Paulo Raika

Operador de luz: Paulo Cesar Medeiros

Operador de som: Luciano Monson

Mocrofonista: Adriana Lima

Canhoneiro: Rodrigo Emanuel

Produção: Charge Produções e Fato Produções

SERVIÇO FAFA DE BELEM , O MUSICAL

FAFA DE BELEM, O MUSICAL - TEMPORADA SÃO LUÍS - MA

LOCAL: TEATRO ARTUR AZEVEDO

Endereço: Rua do Sol s/n – Centro, São Luís – MA – CEP 65010-120

Lotação teatro: 750 lugares

Temporada de: 20 a 30 de agosto de 2026

Classificação: 12 anos

Duração: 02h40 min – 15 minutos de intervalo

Quinta e sexta às 20h

Sábado e domingo às 15h e 20h

PLATEIA 1º lote R$ 220,00 – meia R$ 110,00

FRISA 1º lote R$ 160,00 – meia R$ 80,00

CAMAROTE 1º lote R$ 140,00 – meia R$ 70,00

BALCÃO 1º lote R$ 100,00 – meia R$ 50,00

GALERIA 1º lote R$ 50,00 – meia R$ 25,00

Funcionamento da Bilheteria do teatro:

Bilheteria aberta das 13h30 até às 18h30 de terça a domingo. Em dias de espetáculo, o horário é estendido até minutos antes do início da apresentação.

Vendas Online: https://www.ticketbolt.com/serch?q=fafa

SERVIÇO:

OFICINAS GRATUITAS: Teatro Musical, Produção Cultural e Ecoreciclagem.

Período: 25 a 29 de agosto de 2026

Local: Teatro Arthur Azevedo

Horário: das 9h às 13h