quinta-feira, 11 de junho de 2026

Raimundo Oliveira celebra avanço no pagamento do Fundef e destaca luta permanente do SINPROESEMMA

"Parabéns a tofos e todas. Seguiremos firmes para garantir que os compromissos assumidos sejam cumpridos até a conclusão desse processo"

O professor Raimundo Oliveira, presidente licenciado do SINPROESEMMA e pré-candidato a deputado federal, comemorou a confirmação do repasse dos recursos do precatório do Fundef das contas da Caixa Econômica Federal para as contas da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), bem como o anúncio do calendário de pagamento do abono destinado aos profissionais da educação maranhense. Para ele, o momento representa mais uma importante conquista da categoria, resultado de uma luta coletiva construída com mobilização, diálogo e acompanhamento jurídico permanente.

Segundo Raimundo Oliveira, a questão dos precatórios do Fundef sempre exigiu atenção redobrada do sindicato e de seus dirigentes. "Essa não é uma luta simples. Cada etapa exige vigilância, acompanhamento técnico e muita responsabilidade. O anúncio do calendário de pagamento é mais uma entrega importante para os trabalhadores e trabalhadoras da educação, fruto da organização da categoria e da atuação firme do SINPROESEMMA em todas as fases desse processo", afirmou.

O dirigente destacou ainda que a conquista reforça a importância da atuação sindical na defesa dos direitos dos profissionais da educação. "A luta dos trabalhadores é uma luta abençoada, mas também exige presença, dedicação e compromisso permanente. Nada acontece por acaso. Cada avanço é resultado da união da categoria e do trabalho incansável realizado pelo sindicato para garantir que os direitos sejam respeitados e efetivamente cumpridos", ressaltou.

Raimundo Oliveira afirmou que o trabalho continuará nos próximos anos para assegurar o pagamento das demais parcelas previstas dos precatórios do Fundef. Ele também defendeu o fortalecimento das pautas educacionais nos espaços de decisão nacional. "Seguiremos firmes para garantir que os compromissos assumidos sejam cumpridos até a conclusão desse processo. A educação é um dos pilares da soberania nacional, da democracia e do desenvolvimento do Brasil. Precisamos ampliar cada vez mais a defesa dessas pautas em todas as instâncias, inclusive no Congresso Nacional", concluiu.

Ciência nuclear brasileira combate poluição por microplásticos


Você já viu uma Unidade Móvel de Demonstração Tecnológica equipada com um acelerador de elétrons de última geração? Sabe para o que ela serve? Esse caminhão utiliza eletricidade para gerar0 energia capaz de quebrar moléculas de poluentes presentes na água, como o microplástico. O líquido contaminado passa pelo feixe de elétrons em alta velocidade e esse bombardeio de energia quebra as moléculas de resíduos químicos. Os materiais são fragmentados em partes tão pequenas e alteradas que perdem sua característica tóxica original, facilitando a limpeza da água antes que ela seja devolvida para a natureza.

Esta é uma grande inovação para o setor produtivo na luta pela redução do impacto da poluição. Por ser uma unidade móvel, a solução chega com facilidade e de forma direta a indústrias e estações de tratamento, demonstrando a eficácia do processo em diferentes locais. O caminhão está em operação e tem capacidade para tratar até 1 milhão de litros por dia.

Foto: Ascom/MCTI

Esse tipo de solução apresenta três grandes vantagens, a começar pela possibilidade de reutilização da água. O processo é puramente físico, o que dispensa o uso de reagentes oxidantes e produtos químicos. E, além disso, a eficiência industrial é comprovada, pois a tecnologia já alcançou o nível de prontidão TRL 7/8, ou seja, já foi testada e aprovada em ambiente operacional real.

A tecnologia foi desenvolvida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). Essa parceria também rendeu frutos para o desenvolvimento de pesquisas: cientistas utilizam substâncias chamadas traçadores isotópicos, que funcionam como uma etiqueta invisível colocada nas amostras de água.

Isso permite que os pesquisadores saibam exatamente de onde o plástico veio, como ele se move nas correntes marítimas e o local em que se acumula. Esse processo permite ao Ipen analisar amostras de água que cruzam oceanos, ajudando a criar um mapa global da poluição.

Diferentemente do que muitos imaginam, a tecnologia nuclear nesse campo não envolve riscos de radiação para o meio ambiente ou para as pessoas. Ela é utilizada como uma ferramenta de alta precisão nos dois processos. O Brasil hoje opera infraestruturas de ponta que combinam o monitoramento global de microplásticos com a capacidade móvel de descontaminação de águas residuais.

Microplásticos são um desafio para a saúde e a economia

Os microplásticos são partículas de polímeros sintéticos menores que 5 milímetros, que não são retidas pelos sistemas comuns de tratamento de esgoto. O investimento do Governo do Brasil em tecnologia nuclear para combatê-los justifica-se por três riscos principais:Presença na cadeia alimentar: por serem minúsculas, as partículas entram na base da cadeia alimentar (consumidas por pequenos peixes e crustáceos) e progridem até chegarem ao consumo humano, o que impacta a segurança alimentar e as exportações de pescado
Atração de poluentes: na água, essas partículas funcionam como suportes que acumulam substâncias tóxicas, como pesticidas e metais pesados, que aderem a sua superfície. Ao serem ingeridos, os microplásticos transportam esses contaminantes para dentro dos organismos vivos
Riscos biológicos: além dos danos físicos aos tecidos animais, o plástico pode transportar bactérias e outros microrganismos nocivos para novos ecossistemas

Foto: Ascom/MCTI

Monitoramento global em tempo real: Nutec

O Brasil também consolidou sua atuação prática na rede global Nutec (Nuclear Technology for Controlling Plastic Pollution), coordenada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Atualmente, a Cnen, por meio do Ipen, monitora sistematicamente microplásticos em áreas críticas. O trabalho consiste na coleta e análise de amostras para identificar a procedência desses poluentes por meio de traçadores isotópicos.

Esses dados práticos são compartilhados com uma rede internacional de laboratórios, auxiliando o Brasil a formular políticas públicas baseadas em evidências científicas sólidas.

Após luta da categoria e dos estudantes, fica mantido os 50% de royalties do pré-sal


A mobilização em defesa da educação pública conquistou mais uma vitória na quarta-feira (10). O Fundo Social (FS) do Pré-Sal estava sob o risco de ser desviado integralmente para financiar o pagamento de dívidas de produtores rurais, mas articulações da categoria no Congresso e no Planalto garantiram que 50% dos royalties do petróleo permaneçam destinados à educação, conforme prevê a Lei nº 12.858/2013.

A ameaça estava presente no Projeto de Lei 5122, que autoriza a utilização do FS do Pré-Sal como fonte de pagamento de dívidas de produtores rurais. O texto foi votado e aprovado hoje no Senado, mas com a adição de um dispositivo que explicita a reserva de metade do aporte para os projetos de educação.

“Realizamos hoje reuniões, tanto no Governo Federal, no Senado e na Câmara para articular e defender o financiamento da educação pública deste país. Foi um embate direto com o agronegócio, que tentou usurpar os recursos do pré-sal que nós merecidamente conquistamos com a aprovação do Plano Nacional de Educação. Mas nós seguimos firmes, e foi essa luta que garantiu mais uma vitória, que foi a garantia desses 50% hoje”, disse a presidenta da CNTE, Fátima Silva.

Também participaram da agenda a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), a União Nacional dos Estudantes (UNE), Associação Nacional de Pós-graduandos (ANPG) e o Sindicato dos Professores de Estabelecimentos Oficiais do Ceará (APEOC).

Pré-Sal é do povo

A Lei nº 12.858/2013 consolidou a destinação prioritária do Fundo Social do Pré-Sal para educação e saúde. Posteriormente, a Lei nº 15.164/2025 ampliou a vinculação desses recursos, fortalecendo áreas estratégicas como educação, ciência, tecnologia, cultura, habitação, assistência social e combate às desigualdades.

Além disso, o Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2026, garante os resultados de exploração petroleira como fonte de financiamento das metas estabelecidas na Lei, sobretudo no que tange o Programa Nacional de Infraestrutura Escolar (PNIE), criado pelo PNE.

“A parcela da participação no resultado ou da compensação financeira pela exploração de petróleo e gás natural, nos termos da Lei nº 12.858, de 9 de setembro de 2013, será destinada à educação pública, com a finalidade de assegurar o cumprimento da meta de financiamento prevista no PNE, priorizada a infraestrutura da educação básica”, descreve o artigo 18 da Lei 15.388/2026.

Educação blindada

Nesta quarta-feira, a CNTE esteve em reunião com o deputado Moses Rodrigues (UNIÃO-CE) para articular soluções que blindem o financiamento do Sistema e do Plano Nacional de Educação. O parlamentar é relator do PLP 265/2025, que propõe retirar os valores correspondentes às despesas realizadas no âmbito do Programa Nacional de Infraestrutura Escolar da base de cálculo do arcabouço fiscal.

Como o PNIE é financiado pelo Fundo Social do Pré-Sal, é principalmente esse o investimento educacional ameaçado pela aprovação do PL 5122. São menos recursos para garantir transporte escolar, merenda de qualidade, acesso à tecnologia, climatização das salas de aula, material didático e políticas de permanência estudantil em creches, universidades, institutos federais e escolas de ensino técnico-profissional.

“Nos próximos dias será votado o Programa de Infraestrutura da Educação, e é muito importante que a gente siga mobilizado defendendo os recursos do pré-sal para a educação pública”, completou Fátima.

Com informações da Agência Senado

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Régina Galeno escreve 'Notas sobre o Amor ao Maranhão'

Professora e pré-candidata
a Deputada Estadual Régina Galeno

Notas sobre o Amor ao Maranhão


Por RÉGINA GALENO*

O amor ao Maranhão nos faz lembrar de ativistas históricos como Martin Luther King, pacifista cristão, que na luta antirracista no século XX, defendeu o amor como um compromisso ativo com a justiça, a empatia e o diálogo, mesmo diante de opressões.

Esse foi o sentimento que me guiou, desde minha iniciação no catolicismo, até minhas descobertas nas leituras de Marx, para quem o amor tem fundamento nas condições materiais e históricas, ou seja, no seu conceito de materialismo histórico e dialético. Portanto, no marxismo, o amor não é visto como um sentimento individualista ou abstrato, mas como uma construção social e política. Ou seja, o amor é revolucionário.

O amor na tradição marxista se manifesta na solidariedade de classe, que serve para criar os laços de pertencimento e responsabilidade coletiva empenhada em promover a emancipação humana e impulsiona a lutar pela soberania e bem-estar do coletivo

É desse amor revolucionário que me preencho ao falar do Maranhão, na luta por um estado de justiça e democracia; pela valorização da cultura; das raízes e do território; por suas comunidades e a sustentabilidade; pela escola e o desenvolvimento social para todas as pessoas.

Falo desse amor ativo, nascido na relação social concreta do nosso povo, histórico pela necessidade de sobrevivência, cujas desigualdades materiais inevitavelmente afetam a forma como as pessoas se relacionam, amam e constroem suas vidas.

A história de cada indivíduo, cidadão maranhense, é a história de sua ancestralidade, seus interesses, suas oportunidades, seu trabalho e, principalmente, sua classe social.

Conforme o Censo 2022, o Maranhão é 3º estado com maior população indígena do Nordeste, mais de 72% vivem dentro de territórios indígenas. Na cultura maranhense, o Bumba-Meu-Boi tornou-se o maior símbolo cultural do estado contendo elementos indígenas, africanos e ibéricos.

Mas, efetivamente, pouco ou nada temos feito em defesa da sobrevivência e da valorização do povo indígena no Maranhão. Essa apropriação simbólica de alguns elementos da cultura indígena e até mesmo das culturas negras e populares, não se reverte na possibilidade de uma inserção sócio-econômica das pessoas pobres e não-brancas. Como conclui o texto "O processo de formação de ‘identidade maranhense’ em meados do século XX", publicado pelo historiador Antonio Evaldo Almeida Barros na Revista Tomo do Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais da Universidade Federal de Sergipe (UFS), em 2010.

Pensar esse processo simbólico da cultural do nosso povo que foi lutando e se construindo, aparentemente, como resultado natural de sua própria existência, os inúmeros grupos folclóricos, muitas vezes até apadrinhados por político de ocasião, para benefício eleitoral próprio, nos leva a pensar sobre a construção histórica da pobreza do Maranhão.

As contradições do Maranhão se refletem na alegria, fé, hospitalidade e crenças de nossa gente, que segue a enfrentar os desafios de desigualdades e exclusão que marcam suas vidas.

Nesse sentido, pensar num Maranhão justo, democrático e de amor, é lutar por políticas públicas capazes de romper com as desigualdades e exclusões. É lutar por um sistema de lei capaz de ser corajoso e coerente com as pessoas expropriadas do poderio econômico que comanda a exploração da força do trabalho; que possa nos conduzir a um estado de desenvolvimento menos excludente e menos decepcionante para os que dele precisam.

E, principalmente, atravessar as dores desse Maranhão cheio de contradições; é superar qualquer imediatismo e, lutar pelo fortalecimento das formas de representação cultural, social e política portadoras da liberdade e da solidariedade de classe, com caráter transformador e coletivo, dar vida ao que já está socializado em até certo grau e que percorre todo o processo histórico, que seja, o protagonismos das forças progressistas torna-se condição imprescindível graças a sua natureza de ser a semente, que aparece para os trabalhadores como o poder que transcende ao processo de exploração do nosso povo. Precisamos agir buscando nosso próprio objetivo, antecipando o tempo e enfrentar a ruptura com a realidade atual.

*Pedagoga, servidora pública concursada há 30 anos; conselheira do Conselho Estadual de Educação, diretora do SINPROESEMMA e da CTB-MA. Filiada ao PCdoB desde 1988. Pré-candidata a deputada estadual.

URGENTE! Após atuação do SINPROESEMMA, governo anuncia cronograma de pagamento dos precatórios do FUNDEF da rede estadual

Professor Fábio Orlan e o Jornalista Marden Val Ramalho


O Presidente interino do SINPROESEMMA Professor Fábio Orlan anunciou em primeira mão, nesta terça-feira (10), no Programa EDUCAÇÃO É NOTÍCIA, na Rádio Educadora FM Católica 88,3. a informação da entrada dos recursos dos precatórios do FUNDEF nas contas da Secretaria de Estado da Educação e com o respectivo calendário de pagamento. 

Para Fábio Orlan o anúncio representa uma importante conquista dos trabalhadores e trabalhadoras da educação do Maranhão. "O anúncio é resultado de uma longa trajetória de luta, marcada pela mobilização da categoria e pelo acompanhamento permanente realizado pelo SINPROESEMMA em defesa desse direito."., destacou o dirigente sindical.

Ao longo de todo o processo, o sindicato manteve vigilância constante sobre a tramitação dos recursos, cobrando transparência, agilidade e o cumprimento dos compromissos assumidos. A atuação firme da entidade foi fundamental para garantir que esse direito histórico avançasse até sua concretização.

O momento é de reconhecimento à força da organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras da educação. A conquista reafirma a importância da unidade da categoria e da atuação sindical na defesa dos direitos, demonstrando que a mobilização, o diálogo e a persistência continuam sendo instrumentos essenciais para assegurar vitórias em favor da educação pública e de seus profissionais.", concluiu o Presidente fo SINPROESEMMA professor Fábio Orlan. 

Confira o cronograma oficial de pagamentos:
  • 16/06 (Terça-feira): Pagamento integral dos servidores ativos da rede estadual;
  • 17/06 (Quarta-feira): Pagamento dos servidores aposentados;
  • 18/06 (Quinta-feira): Pagamento dos profissionais desligados (ex-servidores com direito ao rateio proporcional do período de vigência do fundo);
  • 22/06 (Segunda-feira): Início do processamento e liberação do pagamento para os herdeiros dos profissionais falecidos, condicionado ao andamento e à tramitação individual dos processos e alvarás judiciais.


Professor Raimundo Oliveira participa da ordenação presbiteral do Padre Joel de Matos em Itapecuru-Mirim

Raimundo Oliveira e Padre Joel de Matos

O presidente do SINPROESEMMA, professor Raimundo Oliveira, participou da solenidade de ordenação presbiteral do Padre Joel de Matos, realizada em Itapecuru-Mirim. A celebração reuniu familiares, amigos, fiéis e diversas autoridades em um momento marcado pela fé, emoção e espiritualidade.

Ao destacar a importância da cerimônia, Raimundo Oliveira ressaltou o significado da missão sacerdotal para a comunidade cristã. Segundo ele, a ordenação representa um compromisso renovado com os valores da solidariedade, do serviço ao próximo e da promoção da esperança entre as pessoas.

O dirigente sindical também parabenizou o novo sacerdote pela conquista e desejou êxito em sua caminhada religiosa. “Que Deus continue iluminando a missão do Padre Joel de Matos, fortalecendo sua dedicação ao Evangelho e sua atuação junto à comunidade”, afirmou.

terça-feira, 9 de junho de 2026

Curta maranhense “Mercado Central”, de Tássia Dhur, conquista quatro prêmios no festival Cine/PE 2026, em Recife

Entre os prêmios recebidos, estão os de Melhor Filme pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema
e pelo Júri Popular.

SÃO LUÍS – A produção audiovisual produzida no Maranhão vive mais um grande capítulo. O curta-metragem maranhense “Mercado Central”, da diretora, roteirista, atriz e produtora Tássia Dhur, após realizar sua estreia nacional na 30ª Edição do Cine/PE Festival Audiovisual, em Recife, conquistou quatro prêmios no evento.

Entre as premiações, estão: “Melhor Filme pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema”, “Melhor Direção de Arte”, “Melhor Direção de Fotografia” e “Melhor Filme pelo Júri Popular”.

Com as conquistas e a estreia nacional – como parte integrante da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais –, “Mercado Central” foi uma das produções de maior destaque no festival pernambucano, que celebrou seus 30 anos de história em 2026.


“É uma imensa realização para mim como atriz, como diretora, ver nosso curta ganhando tantos prêmios. Saber que é um filme produzido no Maranhão que está ganhando o Brasil e pode ganhar o mundo...é de uma enorme alegria”, comemora Tássia Dhur, que integra o elenco e assina a direção, o roteiro e a produção-executiva.

A produção retrata um cenário insalubre de um mercado no Centro da cidade, onde pessoas estão desaparecendo sem deixar rastros, envolto em um clima de mistério. O curta-metragem foi produzido pela Jaguatirica Filmes e realizado com fomento da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (SECMA), do Governo do Maranhão.

Tássia Dhur acrescenta que começou a dirigir e escrever os próprios filmes para poder atuar – e que a decisão se mostrou bastante acertada. “É um projeto realizado através da Lei Paulo Gustavo, que tem uma importância imensa em projetos culturais como esse. E que descentraliza, potencializando produções também no eixo Norte/Nordeste e, ainda, produtoras independentes, como a minha, a Jaguatirica Filmes”, ressaltou.

E para o segundo semestre de 2026, “Mercado Central” já tem novas datas de exibição: será um dos destaques da programação da 30ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas, do 33º Festival de Cinema de Vitória, que ocorre de 18 a 25 de julho, no Espírito Santo, e, também, da 49ª edição do Festival Guarnicê de Cinema, que acontece de 20 a 26 de agosto (em formato híbrido), em São Luís.

Mercado Central


Estrelado por Tássia Dhur, Lauande Aires, Quimera, Renata Figueiredo e Antônio Garcia, o curta-metragem “Mercado Central” conta a história de Léia, que entre açougues, sangue e corredores abafados pelo calor e pela decadência, carrega uma ligação quase sobrenatural com aquele lugar: ela nasceu ali, em um parto improvisado no meio das carnes e vísceras do mercado.

Com Murilo Santos, Lúcia Reis, Andressa Sodré, Dandara Ferreira e Nebraska no elenco de apoio, traz ainda: produção de Helen Maria e Carol Ferreira, direção de fotografia por Danilo Rosa, direção de arte de Neila Albertina, assistência de direção por Jéssica Lauane, som direto e mixagem de Cahhi Silva, edição de som por Gabi Portela e montagem de Lucas Sá.

O teaser oficial está disponível no YouTube, no link
: https://youtu.be/HlG3Ekhv5mY

Para mais informações sobre “Mercado Central”, acesse os perfis do Instagram de Tássia Dhur (https://www.instagram.com/tassia_dhur), da Jaguatirica Filmes (https://www.instagram.com/jaguatiricafilmes) e da própria produção (https://www.instagram.com/mercadocentralofilme/).