Reajuste Salarial
As negociações da Campanha Salarial tiveram início ainda no começo do ano, em janeiro de 2020. Com uma pauta ainda mais enxuta e prosseguindo as negociações da campanha de 2019, o Sinproesemma participou das mesas de negociação com a Seduc e com muito diálogo e sensatez buscou a todo momento a principal reivindicação da categoria: o reajuste salarial.
Mesmo com as dificuldades financeiras que os Estados brasileiros apresentam e a negação de reajuste salarial por parte da grande maioria dos governadores país afora, o Sinproesemma garantiu que nenhum trabalhador da educação do Maranhão ganhasse abaixo do piso e obteve o reajuste dos vencimentos dos profissionais da educação com percentuais que variam entre 5% a 17,49%, abrangendo aposentados, pensionista e contratados. Professor em início de carreira, 40 horas, passou a ter rendimento mensal de R$ 6.358,96 e professores de 20 horas, valor proporcional de R$ 3.179,48.

Para se ter ideia do tamanho da conquista do Sinproesemma, 23,06% de professores ativos receberam reajuste de 17,49%. Se formos levar em consideração os percentuais de reajuste de 5,31% até 17,49% esse número chega a mais da metade da categoria, com 57,27% de professores contemplados, algo em torno de 17.000 docentes. Os professores ainda tiveram as vantagens previstas no Estatuto do Magistério garantidas, incidindo sobre os vencimentos as titulações de 15% para professor especialista, 20% para professor Mestre e 25% para professor Doutor e ainda 1% a cada ano por tempo de serviço, além de 5% de interstício de uma referência para a outra.
“Ressaltamos o trabalho do Sinproesemma que em meio a toda essa crise conquistou o reajuste salarial. Muitos estados sequer estão pagando seus servidores em dia, imagina conceder reajuste. E ainda existem casos de Estados e Municípios que depois de conceder o reajuste de forma parcelada, o governo se articula para descumprir o acordo, colocando a conta na pandemia do coronavírus. Temos que engrandecer e reconhecer as decisões acertadas do Sinproesemma na mesa de negociação e comemorar essas vitórias da nossa categoria”, disse Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.
FEPA

Em março, entraram em vigor as novas alíquotas do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA) e novamente os Trabalhadores em Educação tiveram mais uma conquista: a redução no valor da contribuição para a grande maioria dos trabalhadores em educação.
O Governo do Maranhão implantou alíquotas progressivas que variam entre 7,5% para quem ganha até um salário mínimo a até 22% para quem ganha acima de 39 mil reais. No caso dos trabalhadores em educação muitos estão pagando abaixo dos 11% que era praticado e nenhum professor pagará 14% como está proposto na Reforma da Previdência do Governo Federal.
A implantação das novas alíquotas foi alterada pela Lei Complementar 014/2019 e fez a adequação à Reforma da Previdência que determina que as alíquotas estaduais não podem ser inferiores às alíquotas da União e as reduções tem que estar em conformidade com a Emenda Constitucional nº 103/2019.
“É importante dizer que ainda não houve reforma da Previdência no Estado do Maranhão e o governo propôs a criação do Comitê de Adequação do Regime Próprio de Previdência Social formado por representantes dos três poderes e representantes dos servidores e o Sinproesemma está pleiteando a sua cadeira para contribuir com essas importantes decisões”, pontuou Oliveira.
Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA

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