sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Júlio Pinheiro defende Pacto pela Educação pública

Júlio Pinheiro: "Necessidade do Pacto"
Com a representação de 28 mil filiados e presente em mais de 100 municípios, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) compôs a mesa de abertura do 1º Encontro de Formadores do Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio

O encontro ocorreu na Fundação Sousandrade, em São Luís, e contou com a presença de alunos do ensino médio, professores, diretores de escola, técnicos da Secretaria de Estado da Educação, além de formadores e orientadores do programa. 

O Pacto pelo Fortalecimento do Ensino Médio é uma iniciativa do Ministério da Educação, órgão ligado ao governo federal, com o objetivo de melhorar os indicadores educacionais por meio da troca de experiência entre as universidades, os educadores e os estudantes. No Maranhão, o programa foi criado em 2013 e é coordenado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), sob a orientação do professor do Departamento de História, Manuel de Jesus, e da chefa do Departamento de Educação II, Lindalva Maciel.

A coordenadora do programa ressalta ainda que o trabalho está sendo desenvolvido em toda a rede de ensino médio, envolvendo inclusive a educação indígena, quilombola e zona rural, por exemplo. Apesar de recente, a coordenadora explica que já houve mudanças, principalmente em relação ao professor frente às novas tecnologias. “Os professores receberam tablets e estão aprendendo a usar a tecnologia no processo de ensino-aprendizagem”, afirmou.

O presidente do SINPROESEMMA, Júlio Pinheiro, destacou os indicadores educacionais que colocam a educação maranhense nos últimos lugares em desempenho, como as notas do Enem e do Ibed e fez a defesa da necessidade do Pacto para que o Estado dê passos à frente na melhoria da qualidade de vida cidadã das pessoas.

Para o dirigente, esses números revelam a deficiência das políticas públicas no setor e acredita que o governador eleito Flávio Dino possa mudar práticas. “O Maranhão é um estado que tem muita dificuldade na gestão educacional. A nossa esperança é que a próxima gestão possa implantar políticas públicas para podermos alcançar a educação pública de qualidade que defendemos.”, ressaltou.

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