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| Um nazista na Câmara dos Deputados? |
Diante da estupidez criminosa e já recorrente do deputado ultra direitista, Jair Bolsonaro (PP-RJ) contra os direitos humanos, agora expresso nos ataques à Deputada Maria do Rosário (PT-RS), a Câmara dos Deputados emitiu nota de Repúdio contra a investidura do Deputado e sua 'defesa' do estupro.
Na opinião da Bancada Feminina e da Procuradoria da Mulher da Câmara dos Deputados: "A fala do deputado Jair Bolsonaro, em que afirma que “não estupraria a
parlamentar porque ela não mereceria”, é um explícito ato de violência
contra as mulheres brasileiras; uma ofensa à moral da parlamentar; um
ato que atenta contra a imagem da Câmara dos Deputados; e uma evidente
transgressão ao art. 3º, inciso III, art. 4º, inciso I, e art. 5º,
inciso III, do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos
Deputados, que merece ser exemplarmente punida.".
Leia abaixo a íntegra da Nota:
A Bancada Feminina e a Procuradoria da Mulher da Câmara dos Deputados vem a público repudiar a ofensa realizada pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) à deputada Maria do Rosário (PT-RS), durante pronunciamento na tarde desta terça-feira, 09 de dezembro, no Plenário Ulysses Guimarães.
A fala do deputado Jair Bolsonaro, em que afirma que “não estupraria a
parlamentar porque ela não mereceria”, é um explícito ato de violência
contra as mulheres brasileiras; uma ofensa à moral da parlamentar; um
ato que atenta contra a imagem da Câmara dos Deputados; e uma evidente
transgressão ao art. 3º, inciso III, art. 4º, inciso I, e art. 5º,
inciso III, do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos
Deputados, que merece ser exemplarmente punida.
Não é a primeira vez que o referido deputado usa das prerrogativas do mandato parlamentar para transgredir o Regimento Interno, ficando à vontade para promover diferentes formas de violência. Incitar este ato de barbárie é ainda mais grave quando recordamos que, apenas em 2013, o Brasil registrou 50 mil casos de estupro, podendo ter chegado ao alarmante patamar de 143 mil casos, devido justamente à banalização desta forma de violência.
No dia que antecede o encerramento das atividades dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, realizadas em mais de 150 países, a Câmara dos Deputados do Brasil sofre essa vergonha, que não pode, mais uma vez, ficar impune.
Não é a primeira vez que o referido deputado usa das prerrogativas do mandato parlamentar para transgredir o Regimento Interno, ficando à vontade para promover diferentes formas de violência. Incitar este ato de barbárie é ainda mais grave quando recordamos que, apenas em 2013, o Brasil registrou 50 mil casos de estupro, podendo ter chegado ao alarmante patamar de 143 mil casos, devido justamente à banalização desta forma de violência.
No dia que antecede o encerramento das atividades dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, realizadas em mais de 150 países, a Câmara dos Deputados do Brasil sofre essa vergonha, que não pode, mais uma vez, ficar impune.

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